09/03/10

ODE AO AMOR

Acolhi-te no meu seio de amor
fatigado da vida melancólica.
Afaguei a tua face e nela encontrei
o sorriso e a esperança de vivermos
um amor infinito .
Acariciei as tuas mãos de Poeta
embrenhadas na dolência das palavras
passadas, sentidas e vividas.
Descansa, meu amor no meu colo
de amor e serenidade.
Dorme, meu amor e sonha com a beleza
do nosso amor intenso e suave.
Nada receies porque estou aqui, guardando-te
no teu sono e na tua alma.
No beijo que nunca te dei, guardo
a minha prova de amor.

3 comentários:

Alessandro Pierre disse...

Belo... Poema tão doce quanto a sua alma...
Parabéns!

Du disse...

Tão profundo e tão simplesmente amor! *-*

Beijos querida!

Paulo Tamburro disse...

NOSSA,

que lindo poema Isabel Maria.

Estes e os outros.

Você nasceu para isso!

Em compensação, até hoje eu ainda não sei se nascí para escrever crônicas de humor: Mas insisto! (rs).

Um abração carioca e seja bem-vinda ao meu blog!

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